sexta-feira, 21 de agosto de 2009

Um sonho feliz de cidade

Postado por "Edileusa Magalhães"
Olá, bom dia a todos!

Quero parabenizar pela iniciativa de criar esse blog, é de muita importância que os cidadãos acompanhem os gastos públicos de sua cidade. Espero pelo dia que todos possam compreender isso, principalmente compreender que uma disputa política deve encerrar-se, se não no dia seguinte à eleição, que se encerre no dia da posse do candidato eleito, pois esse vai administrar o Município de todos, formado por todos os eleitores, inclusive os que se opuseram a ele.
Quero ainda agradecer ao Anônimo que sugere a divulgação do livro UM SONHO FELIZ DE CIDADE, de minha autoria. Tivemos o lançamento aqui em Fortaleza no dia 12 no Dragão do Mar, onde contamos com a presença de muita gente, inclusive muitas pessoas de Madalena, onde lançaremos no dia 29 DE AGOSTO - ÀS 20h - CASA DAS IRMÃS - ESTÃO TODOS CONVIDADOS.
Abraço.
(veja o blog: http://umsonhofelizdecidade.blogspot.com/ ).
COMENTÁRIO
Estaremos lá todos presentes de corpo e mente! Parabéns Edileusa pela coragem de colocar sua visão sobre esse fato histórico tão importante para nossa gente.

2 comentários:

  1. Obrigada por transformar meu comentário em postagem. Fico feliz pelo reconhecimento do valor do meu livro para a História do nosso Município. Já era tempo de registrar a versão que inclui o Povo como personagem principal e decisivo pra que nossa emancipação acontecesse naquele nomento.

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  2. UMA NOVA EMANCIPAÇÃO É POSSIVEL!!

    A emancipação de Madalena foi fruto da luta organizada e desarmada de alguns jovens visionários de nossa cidade,que para não incorrer no risco de cometer alguma injustiça, prefiro não citá-los. Jovens que nunca se renderam aos caprichos e a exploração da elite quixeramobinense, à época aqui representada pelos seus fiéis escudeiros, no caso a ex-prefeita e pelo atual prefeito. Madalena hoje vive um momento importante de sua historia, pois precisa urgentemente, ser “reemancipada”. Obviamente, não me refiro a uma emancipação político-administrativa, mas a uma emancipação, do marasmo, da apatia, da falta de planejamento, que tem sido a tônica de todas as administrações que já experimentamos ao longo desses vinte e poucos anos. Enfim, precisamos de um projeto que nos devolva à esperança, que seja capaz de resagtar a possibilidade de acreditarmos em nossos sonhos. Precisamos não de um projeto utópico, mas de algo verdadeiramente exeqüível e que a sociedade possa participar não apenas como mero coadjuvante, mas como ator principal no proceso de construção de alternativas que possam nos conduzir a um modelo de sociedade mais justa e igualitária.

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