Postado por "Edileusa Magalhães"
Olá, bom dia a todos!Quero parabenizar pela iniciativa de criar esse blog, é de muita importância que os cidadãos acompanhem os gastos públicos de sua cidade. Espero pelo dia que todos possam compreender isso, principalmente compreender que uma disputa política deve encerrar-se, se não no dia seguinte à eleição, que se encerre no dia da posse do candidato eleito, pois esse vai administrar o Município de todos, formado por todos os eleitores, inclusive os que se opuseram a ele.Quero ainda agradecer ao Anônimo que sugere a divulgação do livro UM SONHO FELIZ DE CIDADE, de minha autoria. Tivemos o lançamento aqui em Fortaleza no dia 12 no Dragão do Mar, onde contamos com a presença de muita gente, inclusive muitas pessoas de Madalena, onde lançaremos no dia 29 DE AGOSTO - ÀS 20h - CASA DAS IRMÃS - ESTÃO TODOS CONVIDADOS.Abraço.
(veja o blog: http://umsonhofelizdecidade.blogspot.com/ ).COMENTÁRIO
Estaremos lá todos presentes de corpo e mente! Parabéns Edileusa pela coragem de colocar sua visão sobre esse fato histórico tão importante para nossa gente.
Obrigada por transformar meu comentário em postagem. Fico feliz pelo reconhecimento do valor do meu livro para a História do nosso Município. Já era tempo de registrar a versão que inclui o Povo como personagem principal e decisivo pra que nossa emancipação acontecesse naquele nomento.
ResponderExcluirUMA NOVA EMANCIPAÇÃO É POSSIVEL!!
ResponderExcluirA emancipação de Madalena foi fruto da luta organizada e desarmada de alguns jovens visionários de nossa cidade,que para não incorrer no risco de cometer alguma injustiça, prefiro não citá-los. Jovens que nunca se renderam aos caprichos e a exploração da elite quixeramobinense, à época aqui representada pelos seus fiéis escudeiros, no caso a ex-prefeita e pelo atual prefeito. Madalena hoje vive um momento importante de sua historia, pois precisa urgentemente, ser “reemancipada”. Obviamente, não me refiro a uma emancipação político-administrativa, mas a uma emancipação, do marasmo, da apatia, da falta de planejamento, que tem sido a tônica de todas as administrações que já experimentamos ao longo desses vinte e poucos anos. Enfim, precisamos de um projeto que nos devolva à esperança, que seja capaz de resagtar a possibilidade de acreditarmos em nossos sonhos. Precisamos não de um projeto utópico, mas de algo verdadeiramente exeqüível e que a sociedade possa participar não apenas como mero coadjuvante, mas como ator principal no proceso de construção de alternativas que possam nos conduzir a um modelo de sociedade mais justa e igualitária.